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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Palavras de São João Vianney


Com suas palavras, João Maria Vianney soube tocar os corações e guiá-los para Deus.

Misericórdia e sacramento do perdão

Se compreendêssemos bem o que significa ser filho de Deus, não poderíamos fazer o mal [...]; ser filho de Deus, oh, que bela dignidade!

A misericórdia de Deus é como um rio que transbordou. Ao passar, arrebata os corações.

Não é o pecador que retorna a Deus para lhe pedir perdão, é Deus que corre atrás do pecador e o faz voltar para Ele.

Demos, portanto, esta alegria a esse Pai tão bom: voltemos a Ele… e seremos felizes.

O bom Deus está sempre disposto a nos receber. Sua paciência nos espera!

Há quem volte ao Pai Eterno um coração duro. Oh, como essas pessoas se enganam! O Pai Eterno, para desarmar sua justiça, deu a seu Filho um coração excessivamente bom: não damos o que não temos…

Há quem diga: “Agi mal demais; Deus não pode me perdoar”. Trata-se de uma grande blasfêmia. Equivale a impor um limite à misericórdia de Deus, que não tem limites: é infinita.

Nossos erros são grãozinhos de areia em comparação com a grande montanha da misericórdia de Deus.

Quando o sacerdote dá a absolvição, precisamos pensar apenas numa coisa: que o sangue do bom Deus se derrama sobre nossa alma para lavá-la, purificá-la e torná-la bela como era depois do batismo.

O bom Deus, no momento da absolvição, joga nossos pecados para trás das costas, ou seja, esquece-os, apaga-os: não reaparecerão nunca mais.

Já não há o que falar dos pecados perdoados. Foram apagados, não existem mais!

A Eucaristia e a comunhão

Todas as boas obras, juntas, não se equivalem ao sacrifício da Missa, pois são obras dos homens, enquanto a Santa Missa é obra de Deus.

Nada há tão grande quanto a Eucaristia.

Oh, filhos meus, o que faz Nosso Senhor no Sacramento de seu amor? Toma seu coração bom para nos amar, e extrai desse coração uma transpiração de ternura e misericórdia, para sufocar os pecados do mundo.

Aí está aquele que tanto nos ama! Por que não amá-lo?

O alimento da alma é o corpo e o sangue de um Deus. Se pensarmos nisso, havemos de nos perder eternamente nesse abismo de amor!

Venham à comunhão, venham a Jesus, venham viver d’Ele, para viver para Ele.

O bom Deus, querendo oferecer-se a nós no sacramento de seu amor, deu-nos um desejo grande e profundo, que só Ele pode satisfazer.

A comunhão produz na alma uma espécie de lufada de ar num fogo que começa a se apagar, mas em que ainda ardem muitas brasas!

Depois que comungamos, se alguém nos dissesse: “O que você leva para casa?”, poderíamos responder: “Eu levo o céu”.

Não digam que não são dignos disso. É verdade: vocês não são dignos, mas precisam disso.

A oração

A oração nada mais é que a união com Deus.

A oração é uma doce amizade, uma familiaridade surpreendente; [...] é um doce colóquio de uma criança com seu Pai.

Quanto mais rezamos, mais queremos rezar.

Vocês têm um coração pequeno, mas a oração o alarga e o torna capaz de amar a Deus.

Não é para as longas nem para as belas orações que o bom Deus olha, mas para as que vêm do fundo do coração, com grande respeito e verdadeiro desejo de agradar a Deus.

Como um pequeno quarto de hora que roubamos a nossas ocupações, a uma série de coisas inúteis, para rezar, lhe dá prazer!

A oração particular assemelha-se à palha espalhada aqui e ali num campo. Se lhe ateamos fogo, a chama tem pouco ardor, mas, se reunimos a palha espalhada, a chama se torna abundante e se eleva para o alto do céu: o mesmo se dá com a oração pública.

O homem é um pobre que precisa pedir tudo a Deus.

O homem tem uma bela função: rezar e amar. [...] Essa é a felicidade do homem na terra.

Vamos, minh’alma, vai conversar com o bom Deus, trabalhar com Ele, caminhar com Ele, lutar e sofrer com Ele. Trabalharás, mas Ele abençoará teu trabalho; caminharás, mas Ele abençoará teus passos; sofrerás, mas Ele abençoará tuas lágrimas. Como é grande, como é nobre, como é consolador fazer tudo em companhia e sob o olhar do bom Deus, e pensar que Ele tudo vê, tudo enumera!…

O sacerdote

A ordem: é um sacramento que não parece dizer nada a nenhum de vocês, mas diz respeito a todos.

É o sacerdote quem continua a obra da Ressurreição na terra.

Quando vocês vêem o sacerdote, pensem em Nosso Senhor Jesus Cristo.

O sacerdote não é sacerdote para si mesmo, mas por vocês.

Tentem se confessar com a Santa Virgem ou com um anjo. Eles os absolverão? Darão o corpo e o sangue de Nosso Senhor a vocês? Não, a Santa Virgem não pode trazer seu divino Filho na hóstia. Ainda que vocês tivessem duzentos anjos a sua disposição, eles não poderiam absolvê-los. Um sacerdote, por mais simples que seja, pode fazer isso. Ele pode lhes dizer: vão em paz, eu os perdôo.

Oh, o sacerdote é algo realmente grande!

Um bom pastor, um pastor de acordo com o coração de Deus, é o maior tesouro que o bom Deus pode conceder a uma paróquia, e um dos dons mais preciosos da misericórdia divina.

O Sacerdócio é o amor do coração de Jesus.

Deixem uma paróquia vinte anos sem sacerdote: ali os animais serão adorados.

A Virgem Maria

A Santa Virgem é essa bela criatura que nunca desagradou ao bom Deus.

O Pai adora contemplar o coração da Santíssima Virgem Maria, como a obra-prima de suas mãos.

Jesus Cristo, depois de ter-nos dado tudo o que nos podia dar, quis ainda fazer-nos herdeiros do que tem de mais precioso, sua Santa Mãe.

A Santa Virgem nos gerou duas vezes: na encarnação e aos pés da Cruz; logo, é nossa Mãe duas vezes.

Não entramos numa casa sem falar com o porteiro! Pois bem: a Santa Virgem é a porteira do Céu!

A ave-maria é uma oração que não cansa nunca.

Tudo o que o Filho pede ao Pai lhe é concedido. Tudo o que a Mãe pede ao Filho também lhe é deferido.

O meio mais seguro de conhecer a vontade de Deus é rezar a nossa boa Mãe.

Quando nossas mãos tocaram um aroma, perfumam tudo o que tocam. Façamos nossas orações passarem pelas mãos da Santa Virgem: ela as perfumará.

Creio que, no fim do mundo, a Santa Virgem ficará muito tranquila, mas, enquanto durar o mundo, ela é puxada de todos os lados…

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Advento tempo de espera e conversão


Ao mesmo tempo que no inicio do ano litúrgico temos a realidade da Esperança naquele que vem para enxugar toda lágrima também somos impelidos a uma profunda conversão do coração para que a vinda do senhor não nos seja um fardo, mas ao contrario seja para nós um tempo de libertação de todos os vícios e prisões da carne, e nos leve a experimentar a realidade a vida nova que Cristo nos dá.
Ai nesse contexto do Deus que vem somos impelidos a viver a busca da graça de Deus buscando no sacramento da penitência ou confissão fazer-mos esse caminho de volta endireitar como diz João Batista "os caminhos do senhor", Por meio da confissão somos reconciliados, regenerados, refeitos pela misericórdia do nosso Deus. Busquemos o Senhor pois ele se deixa encontrar.

Deus vos abençoe

domingo, 28 de novembro de 2010

ADVENTO


Hoje damos início ao primeiro tempo do Ano Litúrgico, um novo ano se inicia. E não poderíamos começar diferente, começamos enchendo nosso coração de ESPERANÇA. O Advento que vem do latim Adventus: “Chegada”, é nessa chegada que colocamos nossa esperança, a espera pelo nascimento de Jesus.

O Advento é para toda a igreja um momento de preparação, de esperarmos alegremente a vinda do Filho de Deus. A liturgia nos convida a refletir sobre alguns valores essências para os cristãos, como: estar sempre vigilante, a busca pela conversão, a luta constante contra o pecado, a esperança, a alegria.

Nessas quatro semanas devemos firmar um propósito de vivenciarmos aquilo que a liturgia nos propõe e prepararmos nosso coração para o Natal. Esse tempo é propicio a conversão, a preparação do coração para deixar que Jesus venha renascer nas nossas vidas.

É costume enfeitarmos as casa, comprarmos roupas, presentes e tantas outras praticas consumistas, não falo que deixe de existir, mas que fique claro que é mais importante um coração contrito e cheio de esperança, repleto de alegria, uma restauração da intimidade com Deus, um novo ardor na oração. Essas ações devem ser nossa prioridade e de maior importância nesse tempo.

Vamos nesse tempo juntos, buscarmos iniciar nosso ano de uma forma diferente, focar na nossa espiritualidade e intimidade com Deus.

Um ótimo Advento para todos.

Deus abençoe!

Pe. Josenilson

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Novo livro de Bento XVI


Luce del mondo. Il Papa, la Chiesa e i segni dei tempi (Luz do mundo. O Papa, a Igreja e os sinais dos tempos, em livre tradução) é o título com o qual está para ser publicado o livro que recolhe as conversas de Bento XVI com o jornalista e escritor alemão Peter Seewald.

A nova obra, editada em italiano pela Libreria Editrice Vaticana, será publicada ao mesmo tempo em outras línguas, nesta terça-feira, 23. Nos 18 capítulos que a compõe, agrupados em três partes "Os sinais dos tempos", "O pontificado", "Para onde caminhamos", o Papa responde às mais acoloradas questões do mundo de hoje. Do livro, alguns trechos.

Cristianismo e modernidade

O ser cristão traz em si algo de vivo, de moderno, que atravessa, formando-a e plasmando-a, toda a minha modernidade, e que, portanto, em um certo sentido, verdadeiramente a abraça.

Aqui é necessária uma grande luta espiritual, como desejei mostrar com a recente instituição de um "Pontifício Conselho para a nova evangelização". É importante que busquemos viver e pensar o Cristianismo de modo tal que assuma a modernidade boa e justa, e, portanto, ao mesmo tempo, afaste-se e distinga-se daquilo que está se tornando uma contra-religião.

A alegria do cristianismo

Toda a minha vida foi sempre atravessada por um fio condutor, este: o cristianismo dá alegria, amplia os horizontes. Definitivamente, uma existência vivida sempre e sobretudo a partir do "contra" seria insuportável.

O choque dos abusos

Os fatos não me causaram surpresa por completo. Na Congregação para a Doutrina da Fé, ocupei-me dos casos americanos; tinha visto também delinear-se a situação na Irlanda. Mas as dimensões, no entanto, foram um choque enorme. Desde a minha eleição à Sé de Pedro, havia repetidamente encontrado vítimas de abusos sexuais. Três anos e meio atrás, em outubro de 2006, em um discurso aos bispos irlandeses, havia pedido a eles "estabelecer a verdade acerca daquilo que havia acontecido no passado, tomar todos os atos necessários para que não se repetissem no futuro, assegurar que os princípios de justiça fossem plenamente respeitados e, sobretudo, curar as vítimas e todos aqueles que foram atingidos por esses crimes abomináveis".

Ver o sacerdócio, de repente, manchado dessa maneira e, com isso, a própria Igreja Católica, foi difícil de suportar. Naquele momento, era importante, no entanto, não desviar o olhar do fato de que, na Igreja, o bem existe, e não sobretudo essas coisas terríveis.

A droga

Tantos bispos, sobretudo aqueles da América Latina, dizem que, lá onde passa a estrada do cultivo e do comércio da droga – e isso acontece em grande parte daqueles países –, é como se um animal monstruoso e cativo estendesse a sua mão sobre aquele país para arruinar as pessoas. Creio que esta serpente do comércio e do consumo de droga que envolve o mundo seja um poder sobre o qual nem sempre chegamos a fazer uma ideia adequada. Destrói os jovens, destrói as famílias, leva à violência e ameaça o futuro de nações inteiras.

Também essa é uma terrível responsabilidade do Ocidente: tem necessidade de drogas e, assim, cria países que lhe forneçam aquilo que, então, terminará por consumi-los e destruí-los. Surgiu uma fome de felicidade que não pode saciar-se com aquilo que possui; e que, então, refugia-se, por assim dizer, no paraíso do diabo e destrói completamente o homem.

L'Osservatore Romano

Fonte:Rádio Vaticano


sábado, 20 de novembro de 2010

Solenidade de Cristo Rei (Ano C)

 

fotos 197

 

2Sm 5,1-3
Sl 121
Cl 1,12-20
Lc 23,35-43

É este o último Domingo do Ano da Igreja. Na corrida, na fiada de dias iniciada no Advento do ano passado, contemplamos o Cristo que se fez homem por nós, por nós anunciou e tornou presente o Reino do Pai e, para nos dar esse Reino de modo definitivo, por nós entregou-se na cruz, morreu e ressuscitou, dando-nos de modo definitivo o seu Espírito Santo. Pois bem: depois de termos contemplado todo este mistério, chegamos ao fim e proclamamos o Senhor Jesus como Reino do Universo. Como afirma o Apocalipse, “Jesus Cristo fez de nós um reino e sacerdotes para Deus, seu Pai. A ele a glória e o poder pelos séculos dos séculos!”

Mas, que significa afirmar esta realeza de Cristo Jesus? Pensando bem, é um título problemático, esse dado ao Senhor… Ele é Rei mesmo? Rei do quê? Rei num mundo que o rejeita, Rei de um Ocidente que cada vez mais lhe volta as costas? Rei de uma humanidade de coração fechado para o seu senhorio? Não seria mais lógico, mais realista afirmar que os reis de hoje são os Ronaldinhos, o Paulo Coelho, o Bush e os heróis de plantão? Será que celebrar o Senhor Jesus com este título portentoso, “Rei do Universo”, não é mais uma prova de que os cristãos estão delirando, apegados a um passado glorioso, quando a sociedade era cristã e a Igreja tinha poder?

Quando os cristãos confessamos que Cristo é Rei, de que reinado estamos falando? A que Reino estamos nos referindo? Nós realmente acreditamos com todo o coração e confessamos com toda convicção que Jesus Cristo – e só ele! – é Rei: Rei do universo, Rei da história, Rei da humanidade, Rei da vida de cada pessoa humana, cristã ou não-cristã. Ele é Rei porque é Deus feito homem, é, como diz a Escritura, aquele “através de quem e para quem todas as coisas foram criadas, no céu e na terra… Tudo foi criado através dele e para ele… Ele é o Primogênito dentre os mortos” (Cl 1,1518).

No entanto, é necessário compreender a natureza do reinado de Jesus. A Liturgia de hoje coloca como antífona de entrada do Missal romano uma frase do Apocalipse que é surpreendente: “O Cordeiro que foi imolado é digno de receber o poder, a divindade, a sabedoria, a força e a honra. A ele a glória e poder através dos séculos!” Frase surpreendente, sim! Quem é Aquele que proclamamos Rei? O Cordeiro; e Cordeiro imolado. Cordeiro evoca mansidão, paz, fragilidade… Nosso Rei não é aquele que faz e acontece, aquele que passa por cima feito trator… Nosso Rei é o Cordeiro que foi esmagado na cruz, Aquele que foi imolado pelo Pecado do mundo. O mundo passou e passa por cima do nosso Rei, refuta seu Evangelho, desdenha de sua Palavra, ridiculariza seus preceitos, calunia sua Igreja… Esse Rei é Aquele que foi crucificado, que foi derrotado e terminou sozinho, é o homem de dores prenunciado por Isaías. No Evangelho escutamos que zombaram e zombam dele: “A outros ele salvou. Salve-se a si mesmo, se de fato é o Cristo de Deus, o Escolhido! Tu não és o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós!” (Lc 23,35.39)

Não! Decididamente, Jesus não é Rei nos moldes dos reis da terra. Não podemos imaginar os reis, presidentes e manda-chuvas deste mundo, para depois enquadrar Cristo nesses modelos. O reinado de Cristo somente pode ser compreendido a partir da lógica do próprio Cristo: “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate por muitos” (Mc 10,45). Eis o modo que Cristo tem de reinar: servindo, dando vida e entregando a própria vida. Tão diferente dos reis da terra, dos políticos e líderes de ontem de hoje: “Sabeis que aqueles que vemos governar as nações as dominam, e os seus grandes as tiranizam. Entre vos não será assim…” (Mc 10,42s). Cristo é Rei porque se fez solidário conosco ao fazer-se um de nós, é Rei porque tomou nossa vida sobre seus ombros, é Rei porque passou entre nós servindo, até o maior serviço: entregar-se totalmente na cruz. É rei porque, agora, no céu, Deus e homem verdadeiro, é Cabeça e Princípio de uma nova criação, de uma nova humanidade, de uma nova história, que se consumará na plenitude final. A festa de Cristo Rei recorda-nos uma outra: a do Domingo de Ramos, quando, com palmas nas mãos, cantamos o reinado de Cristo, que entrava em Jerusalém num burrico – animal de carga de serviço – para ser coroado de espinhos, morrer e ressuscitar.

Tudo isto nos coloca em crise, pois este Rei-Messias olha para nós, cristãos, seus discípulos, e nos convida a segui-lo por esse caminho: não o da glória, mas da humildade; não o do sucesso a qualquer custo, mas da fidelidade a todo preço; não o das honras, mas do serviço; não o da imposição, mas da proposta humilde. Quantas vezes os cristãos pensaram o reinado de Cristo de modo demasiado humano, quantas vezes a Igreja pensou que o Reino do Senhor estava mais presente quando ela era honrada, reverenciada, presente nos corredores dos palácios ou nos palanques dos grandes do mundo… Quantas vezes vemos o reinado do Senhor quando tudo sai bem para nós… Ilusão; tentação diabólica! Nosso verdadeiro reinado, nossa real serviço, nossa inalienável dignidade é unir-se a Cristo no seu caminho de humilde serviço ao Evangelho, seguindo os passos do nosso Senhor: “Fiel é esta palavra: Se com ele morremos, com ele viveremos. Se com ele sofremos, com ele reinaremos” (2Tm 2,11). Todas as vezes que esquecemos isso, fomos infiéis e indignos de reinar com Cristo. Houve tempos gloriosos na nossa história de Igreja de Cristo: já fomos perseguidos pelos romanos, já fomos perseguidos em tantos lugares da terra: já nos mataram, torturaram, pisaram, discriminaram… Houve tempos tristes: quando perseguimos, torturamos e discriminamos… pensando, assim, manifestar o Reino de Cristo! Que engano! Que ilusão!

Nós Adoramos hoje um Rei diferente a começar dos simboços da realeza: Seu trono A Cruz; sua Coroa de espinho; Sua veste real a nudes, enfim nosso Rei soberano passou pelo aniquilamento Kenotico(Fil 2,1s) Para ser exaltado acima de tudo e de todos e se quisermos reinar com ele para sempre não há outro caminho senão o da humildade despojamento e conformidade a vontade do Pai.

Deus  vos abençoe. Padre Josenilson Antonio